quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Nota ecstática





Ouvindo a velha e inspiradora canção de sempre
Tão dividida quanto o pensamento do compositor
Longe da felicidade? Depende.
O que é ser feliz?
Espero um dia poder falar em gritos discretos
Quero um dia calar escandalosamente
E dizer a todos
Fazê-los sentir...

Meus desejos não passam de variações desvairadas?
Em termos..
O que não é desvairado esses dias?
Prefiro continuar sendo como sou
A continuar sendo como os outros almejam.

Recordações são conduções
Ao que já existiu
Elas me levam a reviver
Emoções.

Vivo, revivo
Almejo ser
Desejo não ser

Dividindo pensamentos
Variando vontades.

The, 15 de Novembro de 2007 (20:33h)

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Desvairada Vontade


O que está em mim?
Já não sei expor.
O que há?
As palavras esvaiem-se
Os olhos calam a alma
Vento...
Aonde levou o sentimento?
Vento...
Recua e me trás de volta.

sábado, 10 de novembro de 2007

Segredos


Guardei de mim o que eu tinha,
Entendi que não tenho.
Para vir a ter preciso não sentir, por hora.
Guardo-te do meu peito e assim
Não me cairão dolorosas lágrimas
Não exponho meu leito para que busque
E ao buscar, mostrar-me-á o que em ti há,
ou não há.
Peito, leito, jeito.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Sentidos Oleosos


Não Azeite
Por hora não te é lícito espalhar- se
Ajunta-te gota a gota e refaz tuas formas
eu não procuro, mas Eu busco
Onde está?
Tenho um bom Azeite
Mostra-me a candeia e permites que eu a renove
Eis o meu Azeite e não há quem o tocar possa.